quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Beasts of no nation (resenha)


Salve Putada, blz? Peço desculpas pelo sumiço! Prometo que vou tentar aparecer por aqui mais vezes!Dessa vez vou falar de um filme que assisti no último fim de semana. Beasts of no Nation. boralá? "VEM CUM EU!"
 Na sexta feira (16) a Netflix lançou seu primeiro longa, “Beasts of no nation”. Caroçando “pelas internet” vi que o filme era para ser lançado simultaneamente nas salas de cinema e no Canal, mas infelizmente (infelizmente mesmo! Infelizmente pacarai!) O filme sofreu boicotes diversos, e não conseguiu muitas salas... (Cinemark mama eu!)
O filme se passa na África, e quem nos conta a história é Agu (Abraham Attah), um garoto que vive numa vila que praticamente foi dizimada em decorrência de uma guerra civil e é ‘salvo’ pelo Comandante (Idris Elba). O comandante é um líder nato, entusiasta, tem o dom de guerrilhar e motivar seu exército... porém não é um líder a quem eu particularmente me espelharia... (quer saber pq? Assiste aí carai!)


Agu e seus amigos formam um grande exército de crianças/soldado que passarão por diversas situações que deixariam qualquer marmanjo com o cu na mão!
Agu desenvolve um grande respeito pelo comandante, pois os seus objetivos semelhantes, Agu tem o sonho de reencontrar a sua mãe e seus irmãos, esse é um motivo a mais para ele continuar seguindo em frente...
Mas peraí...quem acha que vai encontrar um monte de clichês... estão enganados! O filme tem algumas reviravoltas, algumas vezes fiquei com a impressão de que o filme fazia isso de propósito... (Ihh...já vi isso ...não pera...rsrs) só para te fazer de trouxa na cena seguinte.  O filme tem várias cenas violentas, a bala come solta cenas pesadíssimas digamos que até com requintes de crueldade.

Vale lembrar que o Idris Elba mandou muito bem no filme, ótima atuação, desempenhou muito bem o papel do seu personagem que tinha uma personalidade que alternava momentos paizão, líder e também louco da coberta...acho que foi um dos poucos (talvez o único) atores profissionais que participaram do filme.
Abraham Attah também não deixa a desejar e tem vários momentos em que o seu talento transbordou e me chocou em diversos momentos do filme. (O mlk mija longe! Kkkk)
O enredo é bom, começa frenético, momentos engraçados cativantes (As kiança brincando!) A bala começa a comer solta (as kiança matando) mas chega um determinado momento do filme que eles dão uma segurada... (as kiança morrendo) e mostra alguns trechos da jornada de Agu que na minha (humilde) opinião são desnecessários, (mais meia horinha para tentar ganhar o Oscar? Talvez) porém esse detalhe não compromete o filme de uma maneira geral. O final é amargo...várias discussões estão em jogo, algumas não terminaram, mas é isso néh? A vida segue... (essa frase não faz sentido agora, mas depois que você assistir, entenderá o que eu quis dizer)

Esse foi o primeiro de muitos (acredito eu) longas que a Netflix nos dará o prazer de assistir, queria de verdade que o filme fosse premiado pelo mundo a fora e se for lembrado no próximo Oscar será um grande feito. Recomendo!